
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Serviço Público - o que é nacional é BOM!

Se me dás licença, Ana Rute, vou pegar no teu sabonete de leite de burra e vou também publicitar uma marca portuguesa, concerteza!
Bolas, fiquei apaixonada pelas embalagens vintage...Muito bom!
Fico mesmo triste...
Não só, mas sobretudo, com a notícia. Mas também por alguns comentários sobre a importância dada à bebé...
Não sei que rumo o Homem anda a tomar para se desumanizar desta maneira.
O meu louvor para a equipa do INEM que, mesmo sabendo das fracas probabilidades da bebé, ainda acreditou na sua sobrevivência, e tudo fez para a salvar.
domingo, 9 de outubro de 2011
Sara aka Fuínha
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Apetece-me o frio
Já é bem conhecida a minha aversão ao calor. Este Verão tardio, então, dá-me cabo dos nervos...!
Quero o aconchego de um casaco e de um cachecol, os dias mais pequenos a lembrar que falta pouco para o Natal...o conforto da mantinha nas pernas, a ler um bom livro, ou simplesmente estar de papo para o ar enquanto a chuva cai.
Ou fazer biscoitos numa tarde de Sábado.
Ou ainda ir à praia (sim, leram bem) ouvir as ondas e apreciar o areal vazio de gente e cheio de gaivotas.
E por que não sair com os miúdos, mesmo em dia de chuva? Existem gabardinas e botas impermeáveis para os proteger, e o que eles adoram saltitar nas poças de água!
Acho que os Portugueses têm um grande preconceito contra o Inverno. É certo que os miúdos adoecem mais nesta altura do ano, mas, por outro lado, começo a pensar que é precisamente por nós os termos muito tempo metidos em casa. Se sairem devidamente agasalhados (sem parecerem uma cebolas, cheios de roupa até mais não), acho que só podem beneficiar com isso. É evidente que os parques estão todos molhados e que não são opção, mas há mais por onde passear: jardins, areal da praia, etc. Há tantas possibilidades...
Já pensaram como se divertem os miúdos do resto da Europa (em especial a do Centro e do Norte), onde está quase sempre a chover?
Arroz de frango...à pato!
Não é novidade para ninguém que o custo de vida está cada vez pior, e que, mais do que nunca, temos de poupar.
Cá por casa, sempre tentámos poupar no que podemos, embora não esquecendo que para poupar não é preciso deixar de fazer as coisas. Simplesmente, fazêmo-las recorrendo às versões mais baratas. Assim é com o meu arroz de pato que, por o pato ser uma carne nada económica (devemos pensar que é uma carne muito gordurosa e que não rende por aí além), se passou a fazer com frango.
Devo dizer que resulta mais saudável, não sacrificando, no entanto, o sabor.
Para o fazer, cozo dois peitos de frango, sem pele. Depois, desfio os peitos e reservo a água da cozedura.
Entretanto, pico finamente uma cebola média, um dente de alho, e adiciono uma folha de louro. Refogo num pouco de azeite. Quando a cebola estiver mole e transparente, junto o frango, uma colher de sopa de amêndoa laminada, uma colher de sopa de pinhões, e outra colher de sopa de sultanas. Deixo ganhar sabor, e depois junto uns cubinhos de bacon. Junto, finalmente, um copo de vinho tinto e deixo reduzir em lume brando.
A esta redução, junto, depois a água da cozedura do frango e tempero de sal. Deixo levantar fervura. Nessa altura, junto o arroz. Deixo cozer, sem, no entanto, perder toda a água.
Retiro do lume, junto farinheira em rodelas, envolvendo-a no arroz.
Retiro do tacho para um tabuleiro e levo a forno médio para acabar de cozinhar, realçando o sabor fumado.
Retiro passados 15 minutos.
E está pronto a servir.
Bom apetite!
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