Começou a fase do "É MEU!" lá em casa.
Começa a revelar o seu génio, o tranquilo David...
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
:)
Acabo de receber um telefonema. Do lado de lá do telefone, a voz alegre da minha filhota:
- Mãe! Mãe! Já não tenho o gesso!!!!
- Que bom, filhota!
- Mas tenho o braço muit'a fininho...
- Isso melhora com o tempo. Estiveste quase um mês com o braço engessado, é normal...
Feliz com as melhoras da minha nina!
Afinal, o dia começou com neura...mas com notícias destas, só pode melhorar!
- Mãe! Mãe! Já não tenho o gesso!!!!
- Que bom, filhota!
- Mas tenho o braço muit'a fininho...
- Isso melhora com o tempo. Estiveste quase um mês com o braço engessado, é normal...
Feliz com as melhoras da minha nina!
Afinal, o dia começou com neura...mas com notícias destas, só pode melhorar!
Neura
Os homens queixam-se que não nos percebem. Ok, admito: todos os seres humanos são complexos, mas as mulheres levam isto da complexidade emocional a níveis inimagináveis.
Mas os homens também não são aquela simplicidade que apregoam. Lidar com eles pode revelar-se bastante difícil: se uma mulher se arranja, é porque quer atrair atenções alheias; se não se arranja, é porque não tem brio. Se uma mulher é recatada, é porque é uma púdica e complexada demais; se dá conversa, ou telefona a um homem, é porque está "a pedi-las". Se lhes fazemos perguntas, perseguimo-los; se não, somos desligadas. Se gostamos de lhes fazer carinhos, somos umas melgas; se não, somos frias e pouco carinhosas. Se ficamos de pé atrás em alguma situação, somos umas ciumentas, inseguras e egoístas; se confiamos, ou somos convencidas ou aproveitam-se para nos magoarem. Se não nos apetece sexo, somos umas "freiras"; se queremos sexo (leia-se "com um apetite acima da média"), somos ninfomaníacas ou umas grandes meretrizes. Se estamos caladas, somos pouco comunicativas; se conversamos com eles, nem nos ouvem 90% das vezes...
E depois, só nós as mulheres é que somos complicadas...
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Parabéns, Pedro!


Sei que é só amanhã que vai sair o livro, mas as minhas felicitações ao Pedro estendem-se a tudo o que ele tem feito em prol da cultura no nosso país.
Além disso, é um dos meus melhores amigos.
O dinheiro
Como se poupa lá por casa
. Fazemos um orçamento mensal: apontamos receitas, despesas e estabelecemos plafonds para gastos
. Assim que recebemos, reservamos logo dinheiro para despesas (água, luz, gás, comunicações, créditos, etc)
. Com o dinheiro que sobra fazemos a gestão para o resto do mês em plafonds.
. Compramos mercearias, congelados e outros bens que aguentam algum tempo para o mês inteiro. Vamos a um local só e optamos pelas marcas brancas.
. Bens que sejam para consumo mais rápido, vamos comprando no nosso bairro - poupa-se muito em combustível.
. Evitamos fazer refeições fora de casa. Se queremos ler um livro, ou relemos o que lá temos em casa ou pedimos emprestado ou vamos a uma biblioteca. Se queremos ver um filme, vemos o que temos em casa ou alugamos. Se queremos fazer uma saída, optamos por eventos gratuitos. E depois, sempre há Sintra, a praia (nos dias mais ensolarados), parques para ir com os miúdos...
. Andamos sempre com dinheiro na carteira. Comprar com dinheiro vivo traz outra percepção dos gastos para além de inibir na compra de coisas desnecessárias.
. Roupa e calçado, usamos o que temos, mesmo que seja de anos anteriores. Está em boas condições, usa-se. Roupa usada que nos ofereçam, também é bem vinda. Calçado, não. Mas roupa, sim. Quem tem filhos pequenos saberá o quão isto é importante para controlar o orçamento!!! Se queremos comprar roupa e calçado, aproveitamos as lojas mais baratas ou compramos mesmo em segunda-mão.
. Assim que recebemos, reservamos logo dinheiro para despesas (água, luz, gás, comunicações, créditos, etc)
. Com o dinheiro que sobra fazemos a gestão para o resto do mês em plafonds.
. Compramos mercearias, congelados e outros bens que aguentam algum tempo para o mês inteiro. Vamos a um local só e optamos pelas marcas brancas.
. Bens que sejam para consumo mais rápido, vamos comprando no nosso bairro - poupa-se muito em combustível.
. Evitamos fazer refeições fora de casa. Se queremos ler um livro, ou relemos o que lá temos em casa ou pedimos emprestado ou vamos a uma biblioteca. Se queremos ver um filme, vemos o que temos em casa ou alugamos. Se queremos fazer uma saída, optamos por eventos gratuitos. E depois, sempre há Sintra, a praia (nos dias mais ensolarados), parques para ir com os miúdos...
. Andamos sempre com dinheiro na carteira. Comprar com dinheiro vivo traz outra percepção dos gastos para além de inibir na compra de coisas desnecessárias.
. Roupa e calçado, usamos o que temos, mesmo que seja de anos anteriores. Está em boas condições, usa-se. Roupa usada que nos ofereçam, também é bem vinda. Calçado, não. Mas roupa, sim. Quem tem filhos pequenos saberá o quão isto é importante para controlar o orçamento!!! Se queremos comprar roupa e calçado, aproveitamos as lojas mais baratas ou compramos mesmo em segunda-mão.
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