segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Ser benfiquista é



...ter fairplay e reconhecer que estivemos mal...



Fora da Taça! Ai!

E eu não posso beber o "Beirão"...Buááá!

Ontem

deu-me para só comer doces: mousse de chocolate, bolo de laranja, bolo de maçã com canela...

Soube mesmo bem. A não repetir, no entanto....

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Eu e os cheiros

Está um cheiro terrível a sopa aqui, no meu local de trabalho. Credo!

Maleitas destes tempos frios

O David acordou "quentinho" e chocho. Ben-ur-on com ele.

Só queria colinho, tadito. Fiquei com aquele nó: é horrível não podermos estar presentes nas alturas que eles mais precisam. E ele queria colinho...

Too young, too fast

Estava ontem a fazer zapping, quando me deparo com um programa do Dr Phil na sic mulher. Já havia algum tempo que não via este programa (sim, é sensacionalista, concordo, mas traz questões muito interessantes que devem dar que pensar), e o de ontem chamou-me a atenção: uma miúda de apenas 14 anos que sera sexualmente promíscua.

Como mãe de uma menina, e pensando no dia de amanhã - que não é tão longínquo quanto isso, pois o tempo passa a correr -, esta temática dá-me cá volta ao miolo.

Por muito apoio, amor, companheirismo, conversa e instrução que possamos dar aos nossos filhos, o apelo ao sexo é de tal forma esmagador que os miúdos, entrando na adolescência, parecem compelidos a fazê-lo sob pena de serem marginalizados do grupo, e até de ficarem com a auto-estima comprometida.

Portanto, não vale a pena proibi-los do que quer que seja: não só eles o farão na mesma, como, ao se sentirem condicionados, ainda farão pior (para se rebelarem contra os pais).

Ora, eu acho que o sexo não é só uma questão de corpo. Não somos animais simples, temos um cérebro complexo. Não temos só sexo para procriação, pois retiramos dele mais que apenas esse fim. E isto é uma faca de dois gumes: se por um lado é positivo, por outro exige alguma maturidade para o integrar na nossa vida, de forma responsável.

E é aqui que bate o ponto: a sociedade mune os miúdos de todas as ferramentas e mais algumas para terem sexo, menos a maior e mais necessária: a responsabilidade. E isto exige mais que ter corpo. Ora, a adoelscência é aquele período em que "andamos a arrumar a casa", em que as hormonas andam aos saltos, mas a nossa cabeça ainda mal saiu da infância e das brincadeiras de bonecas (falando nas raparigas, evidentemente). Como é que estas miúdas encaram o sexo responsável? Apenas por tomar a pílula ou usarem o preservativo? É uma parte da responsabilização, mas não é tudo. E se engravidarem? E se apanharem uma doença (todos sabemos que o preservativo não é 100% seguro) ?

É isto que me mete alguma apreensão como mãe.

Se calhar, tento é fazê-la perceber que sobre a vida íntima de cada um ninguém tem que opinar ou ficar a saber de pormenores. Porque esta é também uma parte do problema: fazer do que é íntimo e pessoal algo banal e quase público. Daí à banalização e imposição do sexo vai um passo.

Sobre o post polémico

da abolição dos feriados, venho agradecer todos os comentários, ainda que contrários à minha posição sobre o assunto.