terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Refeições fora? Pois, não sei...

Sempre fui adepta de levar o almoço para o trabalho, porque é mais económico, temos a liberdade de comermos o que queremos, não temos filas intermináveis para encontrar mesa ou pagar...e sobretudo porque sabemos o que comemos.

Ora, depois de ver estes pesadelos, esta minha crença ganha mais consistência.

Juro que fiquei parva ao ver o que nos podem servir num restaurante!

O Chef Ramsay, sempre em alta, claro! Bruto como a bota da tropa, mas um profissional do caraças! Love him!

O sarampo está de volta

Quem o diz é a própria OMS, acerca do surto de sarampo que está a sacudir a Europa. E por que razão doenças que estavam praticamente erradicadas, senão mesmo totalmente erradicadas, estão a voltar? Porque há quem se recuse a vacinar os seus filhos em idade para isso.

Todos temos direito a uma opinião, a um estilo de vida alternativo ao da maioria, mas também temos de ser responsabilizados quando esse estilo de vida implica com a saúde pública.

A vacinação tem um efeito tipo rebanho: os que estão imunizados acabam por estar protegidos e como tal, não passam doenças aos que não estão protegidos. Mas se esta tendência irresponsável de não vacinar começa a impor-se, temos um retrocesso sanitário muito grave!

Independentemente das posições sobre a vacinação, há que reconhecer que a sua aplicação em massa fez com que a mortalidade diminuísse drasticamente.

É muito fácil ser-se "pensador independente" quando é a responsabilidade dos "vergados aos interesses das farmacêuticas" que lhes salva a pele e a pele dos seus filhos.

Taxas moderadoras

Ontem, estive cerca de três horas no hospital para ser atendida. Na sala de espera, estavam grávidas que estavam desde as 12:00 (eram 21:30 na altura em que lá estava eu) à espera de um diagnóstico.

Quando entrei para ser atendida na Triagem, por engano entrei no corredor dos gabinetes de atendimento: todos vazios. "Tinham ido para uma cesariana" diziam.

Mas que raio de sistema de saúde é este que permite situações destas? "Foram para cesariana", de acordo. Então tinham médicos para atender os pacientes, enquanto os outros safavam as situações urgentes. Entretanto, duas médicas do serviço passeavam-se nos corredores, e a sala de espera cheia até mais não!

Hoje, soube que as taxas moderadoras mais que duplicaram o valor. E eu pergunto: para termos um atendimento que é uma vergonha, roçando o desumano?

Dizem que é para inibir os portugueses de estarem constantemente a recorrer às urgências, mas, senhores, uma pessoa vai a um centro de saúde (daqueles que ainda têm atendimento permanente) e é recambiada para o Hospital! Neste caso, em particular, estamos a falar de urgências de ginecologia/obstetrícia para as quais os meios de diagnóstico nos centros de saúde são inexistentes (ecógrafos, por exemplo). Outra vez mais do mesmo: dos centros de saúde, é-se recambiado para o Hospital.

Não há organização nos serviços, e depois paga-se duas vezes (pelos descontos que fazemos e por estas taxas).

Daqui a nada, estamos como nos EUA, onde quem é rico pode pagar tratamentos, e quem não é "morre na praia". Aliás, isto está tudo feito para que assim seja: dar a saúde como um filão de negócio para as seguradoras.

Céus!

Num Natal em tempos de austeridade...

...montei uma Árvore de Natal ainda maior que a do ano passado, comprei prendas para toda a gente e vou ser eu a fazer o jantar da Consoada.

Gravidez



Não é a imagem do meu próprio teste, mas foi exactamente assim que apareceu a risquinha na janela do "positivo": muito ténue.

E depois os sintomas "clássicos":


. Azia

. Prisão de ventre

. Hipersensibilidade aos cheiros

. Seios doridos

. Dores lombares e no baixo ventre

. Náuseas

. Fadiga

. Aumento abrupto de peso

E já nem vou falar da total ausência de período menstrual (o último data de 25 de Agosto de...2008).



Estarei grávida? Por incrível que pareça, a resposta é...NÃO.

O que acontece é tudo efeitos colaterais da Cerazette.

Portanto, o nº3, se chegar, não é ainda desta vez. Tem tempo.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O jogo mais jogado lá em casa



Os miúdos escolhem os heróis que querem ser, tiram fotos a si próprios e gravam os seus nomes. Depois, é mergulhar na aventura de salvar o Mundo de terríveis ameaças: desde pirilampos em chamas até ursos danados para a tareia!

Bem, os graúdos também jogam... ;D

Da Rússia, com amor...