
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Mestre, you TWAT! II
O meu senhor está de férias. Há pouco, diz-me ele assim:
P. - Mor, nem imaginas o que o gato fez às tuas gavetas de roupa interior!"
Eu - ...
P. - Conseguiu deixar as gavetas vazias!
Eu - !!!!
P. - Que cabrão! Nunca vi!!!
Deve estar lindo, deve, aquele quarto, com tudo espalhado!
E, sim, o gato abre as gavetas sozinho: com a pata, puxa o puxador e tira tudo para se pôr lá dentro!
Resumindo e baralhando: eu trouxe o demo para dentro de casa. Mas um demo muito fofo...
P. - Mor, nem imaginas o que o gato fez às tuas gavetas de roupa interior!"
Eu - ...
P. - Conseguiu deixar as gavetas vazias!
Eu - !!!!
P. - Que cabrão! Nunca vi!!!
Deve estar lindo, deve, aquele quarto, com tudo espalhado!
E, sim, o gato abre as gavetas sozinho: com a pata, puxa o puxador e tira tudo para se pôr lá dentro!
Resumindo e baralhando: eu trouxe o demo para dentro de casa. Mas um demo muito fofo...
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Dos jornais diários online
Não sei se costumam ler os jornais diários online. Eu, sim. E fico absolutamente horrorizada como se permite determinados comentários ao que é noticiado.
Liberdade de expressão, quanto a mim, não é escrever ou dizer o que bem lhe apetece, até porque liberdade traz responsabilidade e a minha liberdade acaba onde começa a do outro.
É por demais a falta de respeito, a boçalidade e a ignomínia que grassa nas caixas de comentários.
Não sei se tenha dó, se raiva, se hei-de rir (por pensar que só podem estar a ser irónicos), porque tais palavras, assim, atiradas de chofre e sem rede, só podem vir de autênticos atrasados mentais ou gente com sérias perturbações psíquicas. Juro!
É um desfilar de anónimos e pseudónimos dignos de um qualquer Mr Hyde!
Ou é a crise que anda a dar a volta ao miolo às pessoas, ou são pessoas assim a verdadeira razão da crise.
Casa dos s(d)egredos
Há por aí uma polémica acerca das cenas de sexo na tal "Casa dos segredos". Gente que anda a reclamar que aquilo não são coisas para passar em canal aberto e em horário nobre.
Ora, quem não quer ver...não vê. E como se esta gente que reclama - logo, que vê - não soubesse no que ia dar a escolha de tal elenco conjugada com a avidez de audiências por parte da estação de Queluz! É mesmo para isto!
Eu não reclamo porque não vejo. E não vejo, porque, como se costuma dizer "pelo andar da carruagem, vê-se logo quem lá vai dentro". Ou seja, pelos anúncios que passam ao programa, não dá para deixar de perceber que tipo de programa é. Nem é preciso vê-lo.
Agora, verem e reclamarem...
O que está mal não são só as cenas de sexo. É o próprio programa em si. Não tem por onde se pegue.
E se tem as audiências que tem, isso, infelizmente, diz muito sobre o povo que lhas dá.
Unhas
As minhas unhas são horríveis. Tenho mesmo plena consciência disso, como também tenho da culpa que tenho no seu estado.
Mas recuso-me a gastar dinheiro que não tenho em unhas de gel.
Eu sei que são bonitas e que fazem um brilharete nas mãos de qualquer mulher, mas não será bem melhor vencer o vício de roer as nossas próprias unhas e começar a tratar delas como deve ser?
Só me vem à cabeça uma reportagem que vi, uma vez, na tv, sobre o drama do desemprego em Portugal em que falou uma mulher aparentemente desesperada com a falta de dinheiro e que exibia umas fabulosas...unhas de gel (50€ na aplicação + 35€ na manutenção).
Nááá!
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Maionese caseira
Fiz, pela primeira vez, maionese caseira. Estava com algum receio, pois toda a gente me diz que é difícil de fazer, que talha, que isto e que aquilo.
Fiquei surpreendida com o resultado: perfeito! Sabor delicado, consistência cremosa, textura aveludada, adorei!
O que fiz? Misturei, com o batedor de varas, 1 gema de ovo, 1 pitada de sal, 1 colher de chá de mostarda. Aos poucos, enquanto mexia, juntei 2.5 dl de óleo. Quando verti todo o óleo, mexi mais um pouco. Deixei "descansar" por cinco minutos e...voilá!
Todos os ingredientes estavam à temperatura ambiente. Penso ser esse (e misturá-los com o batedor de varas e não com a varinha mágica) o segredo. Ou não. Talvez tenha sido mesmo sorte de principiante.
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