quinta-feira, 3 de maio de 2012

Mas...mas....




este não é o que fazia de MacGyver???

Gosto de chuva, mas...

...hoje, que não estou nos meus dias, decidi sair de casa sem qualquer protecção contra ela. Pensava que ia só cair umas pinguinhas.
Cheguei à paragem de destino e resolvi aproveitar a "aberta" para ir logo para o trabalho. Entre a paragem e o meu local de trabalho são uns 5 minutos a pé. Pois nesse período de tempo, a "aberta" fechou-se e caiu a maior chuvada!
Sem qualquer sítio para me abrigar - a menos que violasse propriedade alheia e entrasse num qualquer quintal que ladeia a estrada -, resignei-me a levar com a água toda e mais alguma!
O resultado? Roupa encharcada. Os pés ficaram a salvo por causa dos botins e de dois pares de meias, senão o estrago seria bem maior!
Sem roupa de substituição, neste momento tremo como varas verdes! Adivinha-se contipação nos próximos dias, na melhor das hipóteses.
Quem me manda? Pois, ninguém. Só eu e a minha cabeça, hoje, completamente aluada.
Shame on-fucking-me.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Pingo Doce (again)

Para os discordantes da promoção, o mal não é o povo passar fome: é não poder ir às manifestações do 1º de Maio (promovidas por quem vive disto mesmo - manif's e greves e quotas dos "trabalhadores defendidos"). Realmente, foi concorrência desleal.
Acordem! O povo PASSA NECESSIDADES! Ou acham que a comida se põe na mesa por gritar lugares-comuns inconsequentes e provocar a desordem em manif's?

Baptismo

Sou divorciada e não baptizo o meu filho mais novo.
Fazer o Baptizado pela festa? Não, obrigada.
Para se baptizar, é preciso que ambos os pais e os padrinhos vivam a sua Fé e de acordo com o que querem para a criança.
Não faz qualquer sentido pedir o Baptismo para uma criança quando não se pretende dar-lhe o exemplo.
E, posto isto, sim, concordo com padres que não baptizem filhos de quem, depois, não põe mais os pés numa missa, ou vive em completo desacordo com aquilo a que se compromete precisamente no dia do Baptismo do filho/afilhado.
Se sinto desgosto por não baptizar o meu filho? Não. Compreendo que, como divorciada (em adultério, segundo a Igreja), não o possa fazer. É preciso ser-se coerente, ainda que isso não jogue a nosso favor.
Se eu quiser filiar-me num partido político, também terei de dar provas que tenho convicções nesse sentido. Não tem lógica eu filiar-me num partido de esquerda, quando não pretendo defender os seus valores na minha conduta. Portanto, com a Igreja é mais ou menos a mesma coisa.
Para quê forçar o Baptismo dos nossos filhos, falando mal do padre que não o aceita fazer, se não queremos, realmente, que o nosso filho siga os valores da Igreja onde o pretendemos "filiar"?
Mais informo: como já disse num post anterior, eu sou Católica, Apostólica e Romana. Aceito que, como divorciada, não viva de acordo com os ensinamentos da Igreja. Mas isto não me impede de ir à missa ou de educar o meu filho no bom senso e nos valores que considero essenciais: o amor e o respeito ao próximo, a Deus e a nós mesmos.

Ainda o Pingo Doce

Sou cliente habitual do Pingo Doce. Para mim, que consumo (ou faço por consumir) só marcas brancas, é o que tem a melhor relação qualidade-preço.
Mas ontem não fui à tão falada promoção. Porquê? Para já, porque já soube tarde. Depois, eu gosto muito de poupar, mas recuso-me estar horas numa fila para ir às compras.
Não critico a iniciativa, nem lhe atribuo conotações políticas ou de outro género. Mais houvesse e, calhando, o mês não custasse tanto a passar. Mas é nestas alturas que vem ao de cima o pior das pessoas: incidentes, produtos deteriorados, reclamações várias e intervenções policiais para acalmar ânimos exaltados. A crise não pode ser justificação para comportamentos inaceitáveis! Já sabiam que, com uma promoção assim, iriam encontrar filas enormes, que produtos iriam esgotar em menos que nada. Para quê isto?!
Imagino o que será se, um dia (e já vi a coisa mais longe), os bens essenciais são racionados! Matam-se todos!
E, depois, também não percebo alguns comentários contra a promoção, nomeadamente de quem tem sempre o sofrido povo na boca. Se os preços são uma exorbitância, aqui d'El-Rei que são todos uns capitalistas ganaciosos! Se há uma promoção destas, aqui d'El-Rei que querem manietar o povo necessitado! Em que ficamos? Decidam-se, por favor! 
Mas, vendo bem, até se percebe a "indignação" perante esta promoção: se as necessidades das pessoas, são atendidas de alguma forma (e uma promoção de 50%, nesta altura, é essencial para algumas famílias, sobretudo as mais carenciadas), os críticos de profissão ficam, de certa forma, sem quem lhes dê ouvidos. Partidos como PCP, BE que mais falam da desgraça do povo faminto e sem direitos a criticarem uma iniciativa que facilita a vida a este mesmo povo? Estranho, não é? Ou talvez não...

Ainda pode haver esperança

se mais crianças tiverem a sorte desta.
Parabéns por acolherem esta família!