...neste mesmo dia, em que escrevi este post...eu seria mais uma a engrossar a lista dos que querem que a selecção se foda?
Pior, pior, é que tendo estado a recibos verdes não tenho direito a absolutamente nada!
Bonito, bonito...e não são as músicas do Tozé Brito!
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Futebolada
A atitude portuguesa não me surpreendeu. Mas a alemã, sim. E pela negativa.
O resultado mais justo? O empate.
Mas, independentemente de quem joga bem ou mal, quem ganha é quem marca.
Nuestros irmanos
Como sempre, os espanhóis gostam muito de se fazer passar por aquilo que não são.
Amiguinhos, resgate é resgate. Podem andar com lirismos e tentar fazer os outros de parvos, mas acabaram por fazer o mesmo que a Grécia, a Irlanda e Portugal.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Íntimo e pessoal
Não percebo por que razão as pessoas mais depressa falam com amigos e familiares (ou até desconhecidos na "térnete") sobre si, a sua relação e o seu companheiro do que com o próprio visado da história.
O casamento / relacionamento com alguém não pressupõe intimidade? E a intimidade não é só sexo. O sexo é o materializar de uma nudez que deve ser maior: a do nosso interior, o que somos. Sem isso, passa mesmo só a ser nudez física, sem intimidade, apenas um acto mecânico, uma necessidade física.
É evidente que depois, ao longo dos anos, o nosso corpo, palmilhado ao mílimetro, deixa de ser novidade e de ter interesse. Acaba por cansar. E acaba por abrir brechas por onde podem entrar outros focos de atenção.
Se nos mostrarmos "nús", isto é, sem defesas e sem segredos aos nossos companheiros, deixando-os ver o que mais ninguém vê, há novidades todos os dias. Passamos de estranhos a dois seres que se comungam todos os dias, passamos de estarmos apaixonados somente para estarmos enamorados. É a coisa mais difícil, quanto a mim, numa relação: ter intimidade, desta intimidade. Só assim sabemos o que é amar e ser amado. Porque damos tudo o que temos: nós mesmos.
Se eu me esconder dele, ele não me amará. Amará só aquilo que eu quero que ele ame. Só que o jogo do "esconde-esconde" não dura. E, mais tarde, amargará na boca saber que, afinal, não sabemos já quem temos ao nosso lado. Ou que, talvez, nunca tenhamos sabido.
Ser feliz ou sentir-se bem?
Acho que felicidade é plenitude.
A plenitude não é só sentir-se sempre bem. Isso é uma utopia, uma ilusão e bem perigosa!
Por isso não acredito em quem diga que é feliz, quando passa a vida a fugir de estímulos desagradáveis, nem que, para isso, use drogas ou use os outros para induzir a produção de substâncias químicas que resultam em sensações fortes e agradáveis...
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