quarta-feira, 5 de março de 2014

Já cansa, a sério.

Esta polémica em volta da emigração do Tordo tem razão para existir? 
Amigos, se o senhor não vende, não ganha. Se não tem público para os concertos, temos pena. Inove, reinvente-se, faça-se à vida como os outros!
A Dora, dona de uma voz espectacular, não emigrou e nem andou em choradinho. Não há convites? Siga, trabalho no McDonald's. É um trabalho digno, não há que ter vergonha. Vergonha seria roubar, prostituir-se ou meter-se em negociatas ilegais.
Num mundo perfeito, tudo seria ao nosso gosto e nos correria de feição. Ma, se não corre, que fazer??? Infelizmente, Portugal trata mal os artistas, é verdade. Mas as contas por pagar não esperam por revoluções de mentalidade.

terça-feira, 4 de março de 2014

5

Se Deus quiser e tudo correr bem, lá para finais de Agosto, princípios de Setembro, passaremos a ser cinco!
Vai ser necessária muita imaginação para adaptar uma casa pensada para um casal / pessoa solteira numa casa com três quartos.
Vamos ter de comprar um beliche, isso vai ter mesmo de ser. Aproveitamos a cama que já temos para aquele(a) que ficar em minoria...
A pior parte, quanto a mim, será a organização da roupa, que isto...estou mesmo a ver que será tudo corrido a caixas sob as camas. Todos os milímetros disponíveis contarão!!!

"The Busy Woman and the stripy cat"

Há uns tempos que sigo este blogue e é muito interessante.
Há quem possa pensar, à primeira vista, que a autora possa ser uma "fanática" da organização, que é uma asceta que quer viver com o mínimo possível, etc. E, de facto, a própria autora já se terá queixado dos costumeiros e vezeiros comentários anónimos que primam pelo tom desagradável e mal educado. 
Mas, se formos a pensar bem, a Rita faz um trabalho fantástico através do blogue, ao fazer-nos tomar consciência do quanto estamos apegados a coisas, situações que, no fundo, não nos fazem falta nenhuma, e o quanto somos escravos de um ritmo diário que nos afasta do que realmente importa.
Todos nos queixamos do stress, da falta de tempo, da vida louca com trabalho, filhos, família, a crise, etc. e a Rita apresenta-nos, ao partilhar as suas experiências através do que escreve, uma alternativa a este estado de coisas, levando-nos a perceber que temos o poder de mudar, porque, de facto, é tudo uma questão de escolhas.
Também estou na senda de procurar o que melhor se adapta à minha vida para a poder viver de forma mais tranquila e serena. Só temos a ganhar com isso.

segunda-feira, 3 de março de 2014

A ecografia do primeiro trimestre

Acompanhada pela minha mais velha, lá fui à ecografia do primeiro trimestre.
Tudo aparentemente ok, e estou com mais uma semana do que seria suposto. Pensava que estava de quase 13 semanas, afinal estava de quase 14 (completas ontem).


Também sou uma Maria das listas

Sim, é verdade que também faço listas para tudo e mais alguma coisa e também é verdade que raramente cumpro as listas que faço...
Mas tenho de adoptar uma postura diferente e reconhecer, de uma vez por todas, que as listas servem para nos organizarmos melhor e assim poupar tempo, dinheiro e chatices.
Esta semana, vou tentar cumprir à risca a lista de refeições:


Hoje (2ª feira)

Jantar: arroz de frango à pato

3ª feira

Almoço: arroz de frango à pato

Jantar: Esparguete à bolonhesa

4ª feira:

Almoço: esparguete à bolonhesa

Jantar: almôndegas com molho de limão

5ª feira:

Almoço: almôndegas com molho de limão

Jantar: Bifes de frango panados

6ª feira:

Almoço: bifes de frango panados

Jantar: Bitoque

Sábado: 

Almoço: Batata cozida com peixe, ovo e legumes

Jantar: Bacalhau à brás

Domingo

Almoço: Carne de porco à alentejana

Jantar: Frango de churrasco com massa, limão e tomate


Como aqui em casa se leva o almoço para o trabalho, aproveita-se o jantar da véspera. O acompanhamento varia para não ser sempre rigorosamente o mesmo prato. Por exemplo, um esparguete à bolonhesa pode converter-se facilmente em carne picada à bolonhesa com arroz branco ou puré de batata e fica delicioso na mesma.
Nos dias de correm, temos de usar a imaginação para variar e poupar o mais que pudermos...

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Das expectativas

Há ditados que não se deveriam dar como certos em todas as situações. "Quem espera sempre alcança" deveria ser muitas vezes substituído por "quem espera, desespera". E isto porque nós todos temos a tendência terrível de criar expectativas (e, muitas vezes, altas) em relação a tudo. 
Acontece que o "tudo" não existe em função de nada nem de ninguém, pelo que não pode corresponder às nossas expectativas. Portanto, quando esperamos alguma coisa, basicamente estamos a arranjar sarna para nos coçarmos, lenha para nos queimarmos ou a fazer a cama onde nos deitamos. O amargo de boca acontece amiúde.
Quando criamos expectativas, sem querermos estamos a recusar conhecer a outra pessoa. E se a outra pessoa for das que encontram o seu valor na eterna aprovação alheia, então estamos num jogo em que as peças encaixam mas que não leva a lado nenhum!!!! Ninguém se conhece nem reconhece.
E isto é muito diferente do "respeito" pelo outro. Não tenho de corresponder às expectativas de alguém para o (a) respeitar. Um exemplo prático? Quando alguém me insulta, espera que eu responda à provocação. Se eu responder, correspondo ao que ele (a) quer. Quando o (a) ignoro e lhe viro costas, estou a mostrar-lhe que não só não vou na mesma onda, como lhe mostro o caminho para se respeitar a si mesmo (a).
Por isto tudo, se queremos ser mesmo felizes, há que tentar ir naquela atitude do aparente sarcasmo "de ti, espero tudo"...o que é o mesmo que dizer, no fim de contas: "é melhor não esperar nada de ti". A sanidade mental de todos agradece.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Carnaval

Vem aí a época mais blherc do ano!
Peço desculpa, desde já, a quem gosta, mas eu odeio o Carnaval!!! Venha a Quaresma...e depressa!!!