terça-feira, 27 de junho de 2017

Ehh láááá

Tinha a ideia que, perto dos 40 anos, o metabolismo iria ficar bem mais lento e que, como o corpo tem uma memória, este não iria responder ao estímulo que já lhe tinha sido feito, mesmo que anos atrás.
Hoje, pesei-me. Passaram-se 11 dias desde a última vez que o tinha feito. E o resultado surpreendeu-me: menos 2 kgs certos.

Assim:

Peso: 73,90 kgs

IMC: 27.81


Não cortei radicalmente no açúcar - sei que daria em maluca se o fizesse -, mas as refeições da noite são sagradas: só proteína e legumes. Nada de hidratos de carbono, nem frutose. Portanto, como carne, peixe ou ovo e uma salada de alface, tomate e pepino, ou esparregado sem farinha, ou brócolos cozidos, ou ainda legumes no forno (beringela, curgete, pimentos, tomate, cebola...). E gelatina. Daquela light. Montes de gelatina. É docinha qb, é proteína pura e ajuda a "fabricar" colagénio para aguentar a pele no processo de perda de volume.
Fruta, arroz, batatas, massas estão proibidos.


Também sei que se perde sempre peso de forma espectacular nos primeiros dias que se muda de alimentação, e que depois estagna. Mas não me importo muito com isso, pois graças a Deus - e mesmo que eu não queira - tenho sempre actividade física garantida, e isso ajuda muito a perder o que não me faz falta.

A continuar.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Dor

Não sei o que é perder tudo num fogo.
Não sei o que é perder alguém nestas circunstâncias.
Não sei do desespero de ter de largar tudo, fugir de uma morte quase certa.
Não conheço a aflição de, no meio do caos, não termos notícias de familiares e / ou amigos, de não sabermos se estão vivos, feridos ou mortos.

Não sei.

Mas as imagens, os relatos, tudo isso fala por si. E conseguimos perceber o inferno por que as pessoas da zona de Pedrógão Grande / Figueiró dos Vinhos / Castanheira de Pêra passaram e passam.

Dói. Dói ver a destruição. Dói ver a dor de quem perdeu tudo. Dói ver a morte de tanta gente encurralada pelas chamas.
Dói saber que, entre as vítimas mortais, estão, pelo menos, quatro crianças.
Dói tudo.

E acima de tudo, dói perceber que os interesses de alguns vão continuar a deixar "arder".