segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O terror dos terrores nocturnos

Já é a terceira vez que o David tem um epsiódio destes: acorda a gritar e a chorar convulsivamente a meio da noite.

O que mais nos assusta, nem é o choro ou os gritos, mas o facto de parecer que ele não nos reconhece. Na altura, fixa o olhar e não reage a mais nada!

A Sara não teve nada disto. Para mim, é uma novidade absoluta.

Instintivamente, a nossa reacção imediata é de protecção: pegamo-lo ao colo, abraçamo-lo, falamos baixinho com ele...E ele sem ceder a nada! Mas, depois e do nada, ele adormece placidamente!

Sempre ouvi dizer que estes episódios surgem por volta dos quatro anos, e o David só tem dois. Mas, independentemente da idade, são sempre assustadores: para ele e para nós.

2 comentários:

  1. Mais uma vez digo para leres o livro:
    A Criança e o Sono
    O Método Brazelton
    de T. Berry Brazelton
    Lá descreve, exactamente, o que disseste aqui.
    Eles no dia seguinte não se lembram de nada. Na altura ficam mesmo com esse ar de olhar no infinito, porque o cérebro não despertou por completo. Está a "dormir" de olhos abertos! Assusta muito, mas não lhes é prejudicial.
    Só temos de ir lá e dar-lhes carinho que adormecem logo a seguir.

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